Cada ferida carrega uma história, e cada marca é prova de que se esteve presente quando a batalha chamou. Os Testamentos da Arena ensinam que não há aprendizado verdadeiro na teoria estéril, mas na carne que sangra e se regenera.
Na Roma antiga, os veteranos eram reconhecidos não por discursos, mas pelas cicatrizes que traziam no corpo. Eram sinais de honra, lembranças de que enfrentaram a morte e ainda assim permaneceram de pé.
As cicatrizes são diplomas que a Arena entrega aos dignos.
No mundo empresarial, erros, fracassos e perdas fazem parte da jornada. O covarde foge da dor e permanece raso; o gladiador suporta a queda, aprende e retorna mais forte. Cada cicatriz é um certificado de que se esteve na luta de verdade.
Na Arena, apenas os marcados pelo fogo da batalha são dignos de liderar.